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Malcolm X, EUA

A Mudança para o Verdadeiro Islã

Em 12 de março de 1964, impelido pela inveja dentro da Nação do Islã e por revelações de imoralidade sexual por parte de Elijah Muhammad, Malcom deixou a Nação do Islã com a intenção de começar sua própria organização:

Sinto-me como um homem que de alguma forma esteve dormindo e sob o controle de outra pessoa. Sinto que o que estou pensando e dizendo agora é por mim mesmo. Antes, era por e pela orientação de outro, agora penso com minha própria mente.
Malcom estava com trinta e oito anos quando deixou a Nação do Islã de Elijah Muhammad. Refletindo sobre o que ocorreu antes de sua saída, ele disse:

Em uma ou outra faculdade ou universidade, geralmente em encontros informais após eu ter feito minha palestra, por volta de uma dúzia de pessoas brancas de boa complexão vinha falar comigo, se identificando como muçulmanos árabes, do Oriente Médio ou do norte da África que estavam visitando, estudando ou morando nos Estados Unidos. Eles me diziam que a despeito de minhas declarações acusando os brancos, sentiam que eu era sincero em me considerar um muçulmano – e que sentiam que se eu fosse exposto ao que chamavam de Islã verdadeiro, eu o entenderia e o abraçaria. Automaticamente, como seguidor de Elijah, eu me refreava toda vez que isso era dito. Mas na privacidade de meus pensamentos, depois de várias experiências como essa, me questionei: se alguém é sincero ao professar uma religião, por que se recusaria a ampliar seu conhecimento daquela religião?

Aqueles muçulmanos ortodoxos que encontrei, um após outro, me incentivaram a encontrar e conversar com um Dr. Mahmoud Youssef Shawarbi. . . . Então um dia Dr. Shawarbi e eu fomos apresentados por um jornalista. Ele foi cordial. Disse que tinha me acompanhado pela imprensa; eu disse que tinham me falado dele, e conversamos por quinze ou vinte minutos. Ambos tínhamos que sair para compromissos, quando ele me disse algo cuja lógica nunca sairia de minha cabeça. Ele disse que nenhum homem acredita de forma perfeita até que deseje para seu irmão o que deseja para si próprio (um dito do Profeta Muhammad, que Deus o louve).

O Efeito da Peregrinação

Malcom prossegue sobre o Hajj:

A peregrinação à Meca, conhecida como Hajj, é uma obrigação religiosa que todo muçulmano ortodoxo cumpre, se tiver capacidade, pelo menos uma vez em sua vida.

O Alcorão Sagrado diz:

“...A peregrinação à Casa é um dever para com Deus, por parte de todos os seres humanos, que estão em condições de empreendê-la;...” (Alcorão 3:97)

“Deus disse: ‘E proclama a peregrinação às pessoas; elas virão a ti a pé, e montando toda espécie de camelos, de todo longínquo lugar.’” (Alcorão 22:27)

Todos os milhares no aeroporto, prontos para partir para Jedá, estavam vestidos da mesma forma. Você podia ser um rei ou um camponês, e ninguém saberia. Algumas personalidades poderosas, que foram discretamente mostradas a mim, vestiam o mesmo que eu. Vestidos dessa forma, todos começamos a chamar intermitentemente Labbayka! (Allahumma) Labbayka! (Aqui estou, Ó Senhor!). Reunidos no avião estavam pessoas brancas, negras, pardas, vermelhas e amarelas, olhos azuis e cabelos loiros, e minha carapinha vermelha – todos juntos, irmãos! Todos honrando o mesmo Deus e, por sua vez, todos se honrando mutuamente...
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