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Malcolm X, EUA

Foi quando pela primeira vez comecei a reavaliar o homem branco. Foi quando pela primeira vez comecei a perceber que o homem branco, como usado comumente, significa complexão física apenas secundariamente; primariamente descreve atitudes e ações. Na América, homem branco significava atitudes e ações específicas em relação ao homem negro, e em relação aos outros homens não-brancos. Mas no mundo muçulmano, eu tinha visto que homens com complexão branca eram mais genuinamente fraternais do que qualquer outro já tinha sido. Aquela manhã foi o começo de uma mudança radical em toda minha perspectiva sobre os homens brancos.

Havia dezenas de milhares de peregrinos, de todo o mundo. Eram de todas as cores, de loiros de olhos azuis a africanos de cor negra. Mas estavam todos participando no mesmo ritual, exibindo um espírito de unidade e fraternidade que minhas experiências na América me levaram a acreditar que jamais poderia existir entre os brancos e os não-brancos... A América precisa compreender o Islã, porque essa é a religião que apaga da sociedade o problema da raça. Através de minhas viagens no mundo muçulmano, encontrei, conversei e até comi com pessoas que na América seriam consideradas brancas - mas a atitude branca foi removida de suas mentes pela religião do Islã. Eu jamais tinha visto fraternidade sincera e verdadeira praticada por todas as cores juntas, independentemente de sua cor.

A Nova Visão de Malcom da América

Malcom continua:

Cada hora aqui na Terra Sagrada me permite ter mais discernimentos espirituais sobre o que está acontecendo na América entre os negros e brancos. O negro americano não pode nunca ser culpado por suas animosidades raciais – está apenas reagindo a quatrocentos anos de racismo consciente dos brancos americanos. Mas como o racismo leva a América para o caminho do suicídio, eu creio, das experiências que tenho tido com eles, que os brancos da geração mais jovem, nas faculdades e universidades, verão a desgraça que se aproxima e muitos deles se voltarão para o caminho espiritual da verdade – o único caminho para evitar o desastre para o qual o racismo inevitavelmente levará a América.

Acredito que Deus neste momento está dando à suposta sociedade branca ‘cristã’ do mundo sua última oportunidade de se arrepender e expiar os crimes de exploração e escravização dos povos não-brancos do mundo. É exatamente como quando Deus deu ao Faraó uma chance de se arrepender. Mas o Faraó persistiu em sua recusa de dar justiça àqueles que oprimiu. E nós sabemos que Deus finalmente destruiu o Faraó.

Nunca esquecerei o jantar com o Dr. Azzam. Quanto mais conversávamos, mais seu vasto reservatório de conhecimento e sua variedade pareciam ilimitados. Ele falou da linhagem racial dos descendentes de Muhammad, que Deus o louve, o Profeta, e mostrou como eram brancos e negros. Também destacou como a cor, e os problemas de cor que existem no mundo muçulmano, existem apenas onde, e na medida em que, aquela área do mundo muçulmano foi influenciada pelo Ocidente. Ele disse que ao encontrar quaisquer diferenças com base na atitude em relação à cor, isso refletia diretamente o grau de influência ocidental.

A Unicidade do Homem sob Um Deus

Foi durante sua peregrinação que ele começou a escrever algumas cartas para seus assistentes leais na recém-formada mesquita no Harlem. Ele pediu que sua carta fosse copiada e distribuída à imprensa:
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