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O Muçulmano e o Alcorão


COMO OS MUÇULMANOS TRATAM O ALCORÃO

Irmãos! Como os muçulmanos são as únicas pessoas no mundo de hoje a terem a felicidade de possuir a palavra de Deus preservada na sua forma original, isenta de distorções, e precisamente expressa tal como foi enviada ao Profeta (SAAS). Paradoxalmente, esses mesmos muçulmanos sofrem a infelicidade de lhes serem negadas as incontáveis bênçãos e graças que a palavra de Deus confere àqueles que acreditam nela. O Alcorão foi revelado para eles lerem, compreenderem, praticarem, e com a sua ajuda, estabelecerem na terra de Deus a prevalência da Sua lei. O Alcorão veio conferir-lhes a dignidade e o poder. Ele veio para torná-los os verdadeiros legatários de Deus na terra. A história mostra que sempre que eles agiram de acordo com a orientação dele, tornavam-se realmente líderes do mundo.

A Irreverência e o Abuso

Actualmente, a utilidade do Alcorão para muitos muçulma-nos, consiste somente em ser mantido em suas casas para espantar os demônios e os fantasmas, para escrever seus versículos em amuletos para pendurar no pescoço ou para lavar esses amuletos com água e depois bebê-la, ou em ler seu texto mesmo sem compreender seu significado na esperança de receber algum benefício. Não mais buscam a orientação nele para as suas vidas. Não mais perguntam a ele quais devem ser suas crenças, moral e actos, nem como devem conduzir seus negócios, que princípios devem observar ao lidar com inimigos e com amigos, quais são os direitos dos seus semelhantes e deles mesmos. Nem se voltam para ele a fim de saber o que é verdadeiro e o que é falso, a quem devem obedecer e a quem desobedecer, quem são seus amigos e quem são os seus inimigos, onde serão encontrados a honra, o bem-estar e a graça, e onde a desgraça, o fracasso e o prejuízo.

Nós muçulmanos desistimos de procurar as respostas a essas importantes perguntas no Alcorão. Ao invés disso, agora perguntamos aos descrentes, aos idólatras, aos desorientados, às pessoas egoístas, até ao nosso próprio ego e desejos – e fazemos o que eles nos aconselham. Aquilo que invariavelmente acontece àqueles que ignoram Deus e seguem os preceitos alheios aconteceu também a nós. Estamos colhendo tão somente o que plantamos por todos os lados do mundo – na Palestina, no Oriente Médio, na Europa, no Paquistão, na Indonésia e em muitos outros lugares.

O Alcorão é a fonte de todo o bem: ele dará seja o que for e tanto quanto pedirem a ele. Se procurarem nele coisas tão fúteis, frívolas e espúrias quanto a protecção contra demônios e fantasmas, a cura de tosses e febres, como vencer demandas ou encontrar empregos – poderão conseguir estas coisas, mas não mais que elas. Se buscarem supremacia na terra e o poder para go-vernar o mundo, poderão conseguir também isso. E se desejarem alcançar a proximidade do Trono de Deus, o Alcorão os levará lá. Se receberem só uns poucos peixes do oceano, não culpem o Alcorão, culpem a vocês mesmos. Pois o oceano inteiro está ali a espera daquele que quer assumi-lo.

Contradições Incompreensíveis

As troças cruéis, meus irmãos, que os muçulmanos praticam com o Sagrado Livro de Deus são tão fúteis que se víssemos alguém praticá-las em qualquer outra esfera da vida, nós zombaríamos deles e até os chamaríamos de lunáticos.

Respondam-me, o que diriam de alguém que obtivesse uma receita do médico e a pendurasse no pescoço depois de embrulhá-la em um pedaço de pano ou depois de lavá-la, bebesse a água com que o fizera? Vocês não ririam dele e não o chama-riam de tolo? Mas é exactamente esse o tratamento que está sendo dado diante dos vossos olhos às prescrições incomparáveis escritas pelo maior dos médicos para prover curas para todos os seus males – e ninguém ri! Ninguém sequer considera que uma receita não é feita para se pendurar no pescoço, nem as suas palavras são para serem lavadas em água e bebidas.

Digam-me, o que é que pensariam se alguém que estivesse doente, apanhasse um livro sobre medicina e o começasse a ler, acreditando, pensando que isto iria curá-lo? Vocês não diriam que ele estava tresloucado? E no entanto é assim que tratamos o Livro que o supremo Sanador nos enviou para curar os nossos males. Pensamos que apenas folheando suas páginas, nossas doenças irão desaparecer sem que precisemos seguir as orientações contidas nelas ou que tenhamos de nos abster das coisas que elas declaram prejudiciais. Não estamos na mesma situação do homem que considera que a simples leitura de um livro sobre medicina irá curar sua doença?

Se você recebe uma carta de negócios em um idioma que não entendem, não irão a alguém que o conhece para saber o que a carta
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