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Citações sobre a Civilização Islâmica (parte 2 de 2)
Descrição: O que pessoas notáveis disseram sobre a Cultura e Civilização Islâmicas. Parte 2.
Por Dr. A. Zahoor (editado por IslamReligion)
Publicado em 04 Jan 2009 - Última modificação em 07 Jan 2009

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Categoria: Artigos > Os Benefícios do Islã > Benefícios para a Ciência e a Civilização

Phillip Hitti

‘Short History of the Arabs’

“Durante toda a primeira parte da Idade Média, nenhum outro povo fez uma contribuição tão importante para o progresso humano quanto os árabes, se nós tomarmos esse termo como significando todos aqueles que tinham o árabe como língua materna, e não meramente aqueles que viviam na Península Arábica.  Por séculos, o árabe foi a língua do aprendizado, do progresso cultural e intelectual para todo o mundo civilizado com exceção do Oriente Longínquo.  Do século 9 ao 12 houve mais trabalhos filosóficos, médicos, históricos, religiosos, astronômicos e geográficos escritos em árabe do que em qualquer outra língua humana.”

Carra de Vaux

‘The Philosophers of Islam,’ Paris, 1921.

“Finalmente como se pode esquecer que ao mesmo tempo o Império Mongol da Índia (1526-1857 E.C) dava ao mundo o Taj Mahal (concluído em 1648 E.C) a beleza arquitetônica que nunca foi superada, e o ‘Akbar Nameh’ de Abu Fazl:

‘Aquele trabalho extraordinário cheio de idéias da vida e aprendizado onde cada aspecto da vida é examinado, listado e classificado, e onde o progresso continuamente assombra os olhos, é um documento do qual a civilização oriental deve se orgulhar.  Os homens cujos gênios encontraram sua expressão nesse livro estavam muito além de sua época na arte prática de governar, e eram talvez avançados também em suas especulações sobre filosofia religiosa.  Aqueles poetas, aqueles filósofos, sabiam como lidar com o mundo ou a matéria.  Eles observavam, classificavam, calculavam e experimentavam.  Todas as idéias que lhes ocorria eram testadas com fatos.  Eles se expressavam com eloqüência mas também se apoiavam em estatísticas.’

...os princípios de tolerância, justiça e humanidade que prevaleceram durante o longo reinado de Akbar.”

Marcel Clerget

‘La Turquie, Passe et Present,’ Paris, 1938.

“Muitas provas do alto nível cultural do Império Otomano durante o reinado de Suleiman, o Magnífico, podem ser encontradas no desenvolvimento da ciência e da lei; no florescimento de trabalhos literários em árabe, persa e turco; nos monumentos contemporâneos em Istambul, Bursa e Edirne; na explosão das indústrias do luxo; na vida suntuosa da corte e dos altos dignitários, e por último mas não menos importante, em sua tolerância religiosa.  Todas as diversas influências – notavelmente turcas, bizantinas e italianas se misturaram e ajudaram a fazer dessa a época mais brilhante dos Otomanos.”

Miguel (o Grande)

Citado em ‘Michael the Elder, Chronique de Michael Syrien, Patriarche Jacobite d’ Antioche,’ J.B. Chabot, Editor, Vol. II, Paris, 1901.

“É por isso que o Deus da vingança, o único que é todo-poderoso, e muda o império dos mortais de acordo com a Sua vontade, dando-o a quem Ele desejar, e eleva o humilde, vendo a maldade dos romanos que ao longo de seus domínios pilharam cruelmente nossas igrejas e monastérios e nos condenaram sem piedade, trouxe da região do sul os filhos de Ismael, para nos libertar das mãos dos romanos.  E se em verdade nós sofremos algumas perdas, por causa das igrejas católicas, que foram tomadas de nós e dadas aos calcedônios, permanecendo em sua posse; porque quando as cidades foram submetidas aos árabes, eles designaram para cada denominação as igrejas que estavam sob sua posse (e naquela época as grandes igrejas de Emessa e Harran tinham sido tomadas de nós); ainda assim não foi uma pequena vantagem para nós sermos libertados da crueldade dos romanos, sua maldade, sua ira e seu fervor cruel contra nós, e nos encontrarmos entre pessoas.  (Miguel, o Grande, patriarca jacobita da Antioquia escreveu esse texto no fim do século 12, após cinco séculos de governo muçulmano naquela região.  Clique aqui para um documento relevante enviado aos monges do Monastério de Santa Catarina no Monte Sinai, em 628 E.C).

Sir John Bagot Glubb

“O período do governo do Califa Al-Mamun (813 – 833 E.C) pode ser considerado a ‘era dourada’ da ciência e aprendizado.   Ele sempre foi devotado aos livros e à busca do conhecimento.  Sua mente brilhante estava interessada em toda forma de atividade intelectual.  Não apenas a poesia mas também a filosofia, teologia, astronomia, medicina e leis ocupavam o seu tempo.”

“Na época de Mamun as escolas de medicina eram extremamente ativas em Bagdá.   O primeiro hospital público foi aberto em Bagdá durante o Califado de Harun ar-Rashid.  A medida que o sistema se desenvolveu, os médicos e cirurgiões foram designados para dar aulas a estudantes de medicina e emitir diplomas para aqueles que fossem considerados qualificados para a prática.  O primeiro hospital no Egito foi aberto em 872 AD e depois disso hospitais públicos se espalharam por todo o império da Espanha e Magrebe à Pérsia.”

Sobre o Holocausto de Bagdá (1258 E.C.) Perpetrado por Hulagu

“A cidade foi sistematicamente saqueada, destruída e queimada.  Foi dito que oitocentas mil pessoas foram mortas.  O Califa Mustasim foi colocado em um saco e pisoteado até a morte pelos cavalos mongóis.

“Por quinhentos anos, Bagdá foi uma cidade de palácios, mesquitas, bibliotecas e universidades.  Suas universidades e hospitais foram os mais modernos no mundo.  Nada restou, exceto destroços e um cheiro de carne humana apodrecida.”

leia o artigo original em: http://www.islamreligion.com/pt/articles/579/

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