Fones: (12) 3624-8602 / 3411-1940
Email: siteluzdoislam@gmail.com

Hierarquia dos Artigos
Início dos Artigos » A Crença do Muçulmano » A Inclusão do Islã (parte 2 de 3)
Tamanho da Fonte
A Inclusão do Islã (parte 2 de 3)
Descrição: Uma explicação das razões por que a obediência a um novo profeta de Deus é sempre obrigatória e um olhar nas características específicas que fazem o Islã uma religião para todos os povos e épocas.
Por Jamaal al-Din Zarabozo (© 2012 IslamReligion.com)
Publicado em 16 Jan 2012 - Última modificação em 16 Jan 2012

Visualizado: 14 (média diária: 22) - Classificação: nenhum ainda - Classificado por: 0
Impresso: 0 - Enviado por email: 0 - Comentado em: 0


Obediência ao Profeta Muhammad é um Dever para Todos

Antes de discutir como as leis do Islã são universais, é importante discutir brevemente a questão daqueles que seguem profetas anteriores confirmados de Deus.  Essas pessoas podem argumentar que o profeta Muhammad pode ter sido sincero, mas que é suficiente para elas seguir o profeta que têm estado seguindo.

Na realidade, ninguém tem o direito de aceitar os outros profetas enquanto rejeita o profeta Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele.  Ninguém tem o direito de dizer que Muhammad era sincero, mas “escolho continuar seguindo Jesus ou Moisés.” Falando de maneira lógica, ninguém deve esperar que isso seja aceitável para Deus.  Deus enviou Seu mensageiro final para ser acreditado e seguido, substituindo e cancelando o que foi deixado dos ensinamentos dos profetas anteriores.  No Alcorão Deus descreve esse tipo de atitude:

“Quando lhes é dito: Crede no que Deus revelou! Dizem: Cremos no que nos foi revelado. E rejeitam o que está além disso (Alcorão), embora seja a verdade corroborante da que já tinham.”  (Alcorão 2:91)

Deus mais adiante declarou pessoas dessa natureza como sendo descrentes.  Deus disse:

“Aqueles que não crêem em Deus e em Seus mensageiros, pretendendo cortar os vínculos entre Deus e Seus mensageiros, e dizem: Cremos em alguns e negamos outros, intentando com isso achar uma saída.   São os verdadeiros incrédulos; porém, preparamos para eles um castigo ignominioso.   Quanto àqueles que crêem em Deus e em Seus mensageiros, e não fazem distinção entre nenhum deles, Deus lhes concederás as suas devidas recompensas, porque Deus é Indulgente, Misericordiosíssimo.” (Alcorão 4:150-152)

O Profeta disse:

“Juro por Deus, Aquele em Cujas mãos está minha alma, nenhum dos povos para quem fui enviado, seja judeu ou cristão, que ouve de mim e morre sem acreditar naquilo com o qual fui enviado, exceto os que habitarão o Inferno.” (Saheeh Muslim)

O profeta até disse a um de seus companheiros:

“Se meu irmão Moisés estivesse vivo hoje, não teria opção a não ser me seguir.” (Ahmad e al-Daarimi)

Portanto, a universalidade do Islã se aplica a todos que seguiram quaisquer dos profetas anteriores também.  Não têm opção lógica exceto aceitar e seguir o profeta Muhammad.

A Universalidade do Islã e sua Eternidade

Como notado acima, o profeta Muhammad declarou que era o profeta final para a humanidade.  Ao mesmo tempo, é inconcebível que, sabendo da misericórdia do misericordioso, que Ele deixaria os humanos sem qualquer forma de orientação clara.  Em outras palavras, o que Ele deu a esse mensageiro final deve ser adequado para orientar toda a humanidade depois dele até o Dia do Juízo.  De fato, o próprio profeta tocou nesse mesmo ponto em essência quando disse:

“Deixei com vocês duas coisas que, se se apegarem a elas nunca serão desorientados depois de mim: o Livro de Deus e a Sunnah de Seu mensageiro.” (Saheeh Muslim)

Deus também disse:

“...Hoje, completei a religião para vós; tenho-vos agraciado generosamente e escolhi para vós o Islã como sua religião....”  (Alcorão 5:3)

Assim, a religião é concluída e aperfeiçoada e não há necessidade de qualquer alteração ou mudança.  A mensagem chegou e deve ser suficiente até o Dia do Juízo.  O profeta enviado para todos os povos já chegou.

Isso implica que os ensinamentos do profeta são válidos e obrigatórios sobre toda a humanidade.  Ou seja, seu exemplo e ensinamento não era simplesmente para o povo da Arábia de sua época.  Ao contrário, é tão válido, justo e importante para cada muçulmano hoje, esteja ele em Nova Iorque ou na Malásia.

Nesse ponto, alguém pode logicamente perguntar: como essa lei é capaz de atender as necessidades para toda a humanidade até o Dia do Juízo?  A sociedade humana muda todos os dias.  Como uma “lei” pode fornecer orientação para todos em todas as épocas?  A resposta a essa pergunta tem a ver com a beleza da lei.  Quando se estuda a lei promulgada pelo profeta Muhammad, se encontra que tem os elementos necessários de flexibilidade que a permitem ser tão justa e prática hoje quanto foi durante a época do profeta.  Em essência, aquelas questões que precisam ser fixas e permanentes são feitas dessa forma pela lei islâmica.  Aquelas que precisam ser flexíveis, de modo que pessoas diferentes em épocas diferentes possam aplicá-las diferentemente são deixadas flexíveis na lei islâmica.  Portanto, é um estilo de vida divinamente orientado que é adequado e prático para todos os humanos até o Dia do Juízo.

leia o artigo original em: http://www.islamreligion.com/pt/articles/506/

Navegação de Artigos:
<< Artigo Anterior || Próximo Artigo >>

Compartilhar esse Artigo:
Url
BBCode
HTML

Centro Islâmico de Taubaté © 2009-2017, todos os direitos reservados.
Rua Benedito Silveira Moraes, 221, Bairro Jardim do Sol - Taubaté - SP. CEP: 12070-290. Fones: (12) 3624-8602 / 3411-1940.
E-mail:
siteluzdoislam@gmail.com

2,430,452 visitas únicas

site desenvolvido por www.wsdbrasil.com.br

Powered by PHP-Fusion copyright © 2002 - 2017 by Nick Jones. Released as free software without warranties under GNU Affero GPL v3