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A Crença em Deus
A crença em Deus consiste em quatro pontos, a saber:

* A existência d'Ele, sem criador.
* É o Senhor do Universo.
* É o Soberano, com autoridade absoluta sobre todas as coisas.
* É o Único Senhor e não se pode adorar a ninguém juntamente com ele.

A Existência de Deus

Dissemos, na sexta base, que a crença na existência de Deus é uma verdade, captada pelo sentido psicológico, antes de ser aceita por uma demonstração racional. Não necessita de demonstrações, apesar de haver provas suficientes disso, em tudo o que nos rodeia. Não exponho essas demonstrações, pois são muitas para citar, porém um sábio de Damasco, Cheikh Jamal Eddin Alkássimi, citou várias, em seu livro: "Provas da Unicidade", escrito há mais de meio século.

Hoje em dia, a ciência moderna descobriu outras provas, que não se conheciam então. Quem ler o livro "Deus Se Manifesta na Era da Ciência", escrito por trinta dos mais eminentes biólogos e astrônomos, e outro livro, intitulado "A Ciência Chama a Fé", concluirá que o cientista autêntico só pode ser crente, como o homem comum. A tendência de optar pelo ateísmo só aparece nos pseudo-cientistas e falsos intelectuais, que aprenderam muito pouca ciência e perderam, assim, o caráter inato da fé. Não chegaram à ciência, que leva à fé, e caíram na incredulidade.

Os dois livros, acima mencionados, contêm muitos capítulos importantes, escritos por cientistas mundialmente famosos, tais como Frank Allen, um dos mais eminentes biólogos do mundo, Robert Morris Budge, o inventor do radar; John Cleveland Kawthrone, professor de química e John Herbert Blonde, professor de física. É preciso citar, aqui, que o professor Frank Allen condenou a teoria da preexistência ou da eternidade do universo, propagada pelos filósofos gregos. A ciência estabeleceu que todas as coisas têm um limite.

Não quero repetir, aqui, demonstrações sobre a existência de Deus, tal como foram expostas pelos cientistas, através dos tempos. Quero expor apenas um dos muitos versículos do Alcorão, que é uma clara e irrefutável prova; este versículo abrange, numa breve e concisa expressão, a questão da existência de Deus:



"E na terra há sinais, para os que estão seguros na fé. E também (os há) em vós mesmos. Não os vedes, acaso?" (51ª Surata, versículos 20-21)

Isto é prova suficiente para o leigo e para o cientista. Sentimos, do âmago de nossos corações, que Deus existe e n'Ele nos refugiamos, nas calamidades e nos infortúnios. A nossa crença inata exige que lhe peçamos ajuda nessas horas. O mundo que nos rodeia apresenta amplas provas da existência de Deus. O íntimo, está convencido pela intuição e o intelecto, pela prova lógica. Vemos as provas d'Ele, entre nós e no mundo que nos rodeia. Assim, pois, o subconsciente crê em Sua existência, por intermédio dos sentidos, e a consciência, por demonstração.

Por que, então, alguém renega a existência de Deus, quando ele mesmo é a prova da Sua existência? É como quem leva algo nas mãos e diz que nem o leva nem o tocou; ou como quem, vestindo roupas molhadas e das quais pinga água, nega que se tenha aproximado da água.

Esta é a verdade das verdades; porém, por que a maioria das pessoas não se deu conta disso? A resposta é que não pensaram em si mesmos. Deus, Altíssimo, disse:



"Esquecem-se de Deus, por isso Deus deles Se esquece." (9ª Surata, versículo 67)

Fogem de si, temendo isolar-se em si mesmos, pois ninguém pode ficar só, isolado em si mesmo, sem trabalhar. Portanto, distraem-se com conversações vãs, livros insignificantes, com alguma tarefa, para entreterse, e ocupam, com estas atividades, toda a sua vida, como se fossem os seus próprios inimigos. Odeiam-se e se rechaçam, como se a sua vida – o seu tesouro – fosse um peso sobre os seus ombros, do qual se tentassem livrar.

A maioria das pessoas está absorvida pelos prazeres da vida. Come, bebe, dorme, e ocupa-se da sua atividade cotidiana, em busca dos bens materiais para si, para suas famílias e para todos os que amam. Sua vida está, portanto, baseada numa rotina e num ciclo vicioso. O ciclo de tempo, para elas, permanece constante em monotonia e
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