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A Unicidade Divina
A crença de que Deus é o Senhor e o Soberano do universo é uma questão que habita no coração, é uma doutrina, na qual o homem crê. Ao contrário, a crença de que Ele é o Deus, não se limita à crença, mas abrange a conduta, os fatos e a prática da adoração, dedicando-a somente a Ele. Quem deixa de Lhe obedecer ou O associa a semelhantes não é, pois, crente, mesmo que admita e creia que é o Senhor e o Soberano do universo.

Então, que é a adoração? A primeira coisa que vem à mente é que a adoração é mencionar Deus, jejuar, recitar o Alcorão e praticar outros atos semelhantes, que nos aproximam d'Ele. Isto é certo, porém ela não se limita somente a isso, mas qualquer obra beneficente, não vedada pela legislação, que o crente faça, com o objetivo de alcançar a recompensa de Deus, será adoração.

Comer, para fortalecer-se, a fim de obedecer a Deus; se for feito com esse objetivo, o fato de comer será adoração; coabitar, para honrar a si mesmo e à mulher, pois isto é adoração; com a mesma intenção, o ganho do dinheiro, para gastá-lo com a família, é adoração; igualmente o é auferir a ciência e os títulos, o trabalho da mulher em sua casa, o cuidar do marido e dos filhos e a prática de qualquer ato lícito, se a intenção é a complacência de Deus. A adoração amplia o seu significado, até compreender todos os atos beneficentes do homem e talvez fosse isto, que Deus quisesse dizer:



"Nao criei os gênios e os humanos, senão para Me adorarem". (51ª Surata, versículo 56)
O Espírito da Adoração

A adoração tem dois aspectos: espiritual e físico. O aspecto espiritual pertence à fé, que serve como um motivo e uma orientação, enquanto o aspecto físico pertence à ação dos nossos órgãos; rezar, por exemplo, envolve recitação e movimento: ficar de pé, sentar-se, genuflectir, além da recitação e da leitura. Mas todas essas ações físicas são destituídas de significado se não forem motivadas pela força da verdadeira fé na A Unicidade de Deus.
A Base da Unicidade Divina

A base é crer que Deus é Quem beneficia e Quem prejudica. É inevitável esclarecer algo: Deus é o Criador de tudo. Criou os mundos e disseminou tudo neles, dotou-nos de razão, e nos disse: Meditai, com as vossas mentes, em todas as coisas que criei, e refleti sobre tudo o que há nos céus e na terra. Quando as observamos, concluímos que Deus criou todas estas coisas e as submeteu umas às outras.

Assim, se o fogo alcança uma árvore seca, a incendeia, e se se arroja água sobre ela, o apaga. Assim, também, a mosca tsé-tsé, se pica o homem, transmite-lhe a malária; porém, ingerir a substância que há na árvore de quinina, a cura desta doença. Ele dispôs vínculos entre as coisas e fez a sua composição em porcentagens determinadas; e mesclou-as, em porcentagens distintas, resultando coisas novas. Assim, pois, o cloro, que é uma substância nociva, como o sódio, se se mistura com este último, dá origem a uma substância benéfica, imprescindível para o homem, o sal de cozinha.

1. A reação, fusão e incorporação entre várias coisas são governadas por um conjunto de leis e métodos; são constantes e não admitem qualquer mudança, e são os princípios e preceitos determinados por Deus, que nós denominamos leis naturais.

2. Estes vínculos entre as coisas, que denominamos leis naturais, no todo, não são como a relação aparente entre o fogo e a lenha, que queimamos, ou entre o fogo e a água, que o apaga. Não se apresentam todos com esta simplicidade e aparência. Ao contrário, em sua maioria, são mais complexos e mais profundos. Deus dispôs, neste universo, um remédio para cada enfermidade; porém, não o colocou em um lugar manifesto para o olho, nem já preparado para o uso, mas oculto, em circunstâncias assombrosas e em lugares que não se concebe que possam contê-los. Assim, Deus colocou a penicilina no fungo, que parece um veneno letal; o mais aromático dos perfumes ou as mais luminosas e maravilhosas tintas, que os pintores usam, encontram-se na substância mais fétida e de mais feia forma, uma substância negra e repugnante, o alcatrão, do qual são extraídos. Estas coisas não são facilmente localizáveis, pois Deus colocou o elemento procurado entre outras substâncias, incrustado nelas, e para extraí-lo são necessários vários processos e experimentos.

Quando lemos o livro "A Vida Heróica de Madame Curie" (*11), escrito por sua filha, descobrimos a tremenda paciência que Madame Curie teve para extrair um grama de rádio de várias substâncias. Teve de realizar uma série de testes e experiências, durante vários anos.

3. Ainda não descobrimos, destas leis naturais do universo, que foram ditadas por Quem as criou, mais do que uma gota no mar. Vimos nelas coisas maravilhosas e classificamos este pouco que descobrimos em grupos e espécies, que denominamos ciências, entre
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