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Dia do Juizo Final I
Nós e a Morte

A nossa atitude quanto à morte, pode ser classificada entre quatro grupos.

Um, que clama, como o poeta insensato: "O passado se foi e o esperado é invisível, Tu tens apenas a hora em que estiveres vivo. Tal pessoa não pensa no passado, nem se prepara para o mundo vindouro. Crê que o ontem se esfumou e o amanhã não chegará. Assim, diz: "O passado se foi." Por Deus, não se foi, pois todas as boas e más ações estão registradas em um livro, que não desdenha obra pequena, nem grande, computando-as todas. E quanto ao "esperado é invisível", é invisível apenas no que diz respeito à nossa percepção sensorial, está presente na alma. Deus está ciente dele e ele ocorrerá, indubitavelmente. As pessoas desta categoria são as piores, pois não se lembram da morte, nem pensam nela.

Outro grupo recorda a morte, porém a considera como o poeta Ômar Khaiyam, que seduziu as pessoas com a sua falácia, quando disse: "Como a morte é segura e não há dúvida disso, e a vida está cheia de desgraças e sofrimentos, fugimos e refugiamo-nos em um copo de vinho. Passemos a vida em poesias. . . bebedeiras. . . e orgias".

Um terceiro grupo recorda a morte, porém como Abi Alatahiya, cuja eloqüência está repleta com a lembrança da morte, cuja linguagem de ocupa dela, porém menciona muito pouco o que vem após a morte. É como aquele que diz: "Vi a morte, que é a meta de cada vivente." Ou como o outro: "Debaixo da tumba, sonhos longos."

Os que crêem na verdade sabem que a morte não é uma meta, mas é o princípio; não é um sonho, mas é a vigília do sonho. Os humanos estão dormindo e, quando morrem, despertam. E sabem, ademais, que depois da morte há uma vida mais longa, uma vida que não acaba, na qual estarão no Paraíso permanente ou no tormento atroz. Este é o quarto grupo, e é nele que estão os lúcidos e os crentes.

A Outra Vida

A Outra Vida é a verdadeira vida; porém, não é visível, para o "míope"; a Outra Vida não fica registrada na mente do estúpido e do impérvio. Por outro lado, quem enxerga longe e tem inteligência, vê que a vida do homem está dividida em etapas. Certamente, ele, um dia, esteve confinado em si mesmo, acocorado no ventre da sua mãe e vivendo em seu seio.

Se pensasse, creria que esta era a sua vida; apegar-se-ia a ela e não sairia, a não ser obrigado e com pesar. Se pudesse falar, diria que esta saída é a morte; é enterrar-se nas profundezas, quando, na realidade, o seu nascimento é a mudança para um mundo mais espaçoso. Esta é a vida, e o que consideramos como morte e saída desta vida é, realmente, um processo de nascimento e a mudança para um mundo mais amplo, que é o mundo da Vida Eterna.

A Preparação para a Morte

O homem é vaidoso e mantém a sua esperança até o final; isso é um instinto. Por isso, a morte está mais perto dos nossos sentidos e mais longe dos nossos pensamentos do que nós mesmos. Vemos os féretros dos mortos passando ante nós, a cada dia, porém pensamos que permaneceremos para sempre. Acompanhamos os enterros enquanto pensamos nesta vida ou falamos dela. Vemos as tumbas, espalhadas pela terra, e não pensamos que nós, algum dia, seremos os seus moradores; não nós, mas os nossos corpos.

Que são os corpos?

O homem, quando suja a sua camisa, tira-a e a joga fora; a criança nasce, e se liberta do seu cordão umbilical; o homem morre, se separa do seu corpo. O corpo não é mais do que uma camisa, que se põe e se tira. O que se entrega à terra é só o corpo. O homem se esquece da morte, porém o crente a recorda sempre, e sempre está preparado para recebê-la. Prepara-se pelo arrependimento, solicitando o perdão de Deus, desobrigando-se daquilo que deve aos outros, em termos de dívidas e obrigações.

Cada vez que se levanta ou se deita, faz um exame de consciência e agradece a Deus, pelo bem que fez e pede a Sua indulgência, pelo mal que cometeu. Lembra-se da outra vida e teme o dia em que mudarão os rostos e os olhos. Teme os tormentos que há depois da morte e espera o prêmio, para esse tempo. Apóia-se em tudo isto, na perseverança e na oração; e também, fazendo o bem, para a complacência e a consideração de Deus.

A Hora da Morte É um Indício da Fé

Reflita sobre os seguintes versículos de Deus:



"Por que (não intervis), quando (a alma de um moribundo) alcança a
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