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Anjos, Livros e Mensageiros
OS ANJOS, OS LIVROS E OS MENSAGEIROS

A crença nos anjos, nos mensageiros e nos livros, forma parte das bases da doutrina. Portanto, o homem que não tiver esta crença, não será crente. Os anjos são mensageiros de Deus para os profetas e estes são mensageiros de Deus para as pessoas. Os livros sagrados são a mensagem, que o anjo levou para o Mensageiro, e que este transmitiu às pessoas.

A Revelação, Sua Possibilidade e Necessidade

A revelação é racionalmente possível, pois Deus tem poder para criar os anjos, selecionar os mensageiros e legislar as leis. A razão não nega isto, depois de crer na existência de Deus, no Seu poder e na Sua vontade. Ela ocorre realmente, pois foi anunciada por uma transmissão fidedigna. Já dissemos, antes, que esta transmissão é um dos caminhos da ciência (sinônimo de certeza). Nós estamos persuadidos de que a transmissão nos informa como o que vemos e ouvimos; isto é necessário, porque, sem esta crença, os humanos se limitariam ao mundo da matéria ignorariam o mundo metafísico e seriam como o gado e o rebanho, que vivem para a sua vida mundana, somente, e não conhecem nada, além de comer, acasalar-se e dos prazeres físicos; não se comunicam com o seu Senhor, nem trabalham para a sua vida ulterior. Se não fosse por esta crença, perder-se-ia a sublimidade moral e a excelência humana.

E por mais teorias moralistas que apareçam, se o pilar sobre o qual se constroem não está baseado na doutrina, então a sua construção é sobre um monte de areia, porque é inato, no homem, querer a si mesmo, lograr o benefício, afastar-se do dano e não fazer nenhum trabalho, que não lhe proporcione prazer ou lucro. Se um homem possui um só dinar, que guarda para o seu jantar, e vê uma caixa para ajudar os órfãos, acaso depositará o dinar na caixa, se não crer em Deus e no Dia do Juízo Final? Dormirá, acaso, com fome, não contando a ninguém o que fez e cuidando para que ninguém o veja?

Quanto ao crente, ele o colocará na caixa, porque sabe que Deus o vê e lhe dará, em troca, setecentos dinares, no Dia do Juízo Final. O crente é o único que pratica o bem, quer as pessoas o vejam ou não, quer lho agradeçam ou não, quer o recompensem (ou o indenizem) ou não. O crente é o único que deixa de praticar o mal, só ou estando com as outras pessoas. Quanto àquele que pratica o bem, para que lho agradeçam, ou para receber algo em troca, não o fará, se não houver quem faça uma dessas duas coisas. E quem abandona o mal, por medo do escândalo, ou por temer o castigo, não o deixará se se assegurar de que a polícia ou as pessoas não o vêem. Quando Deus pedir contas às pessoas dos seus pecados, no Dia do Juízo Final, aqueles aos quais não enviou mensageiros que lhes ensinassem a legislação do seu Senhor, protestarão e dirão:



"Ó Senhor nosso, por que não nos enviaste um mensageiro, para que seguíssemos os Teus versículos?" (20ª Surata, versículo 134)

Para que não digam que, se lhes tivesse sido anunciada a mensagem, tê-la-iam acatado, e, se tivessem conhecido a legislação de Deus, tê-laiam seguido, Deus diz:



"Para que a humanidade não tenha argumento algum ante Deus, depois do envio dos mensageiros." (4ª Surata, versículo 165)

Um Argumento Capicioso e a sua Réplica

Alguém disse: Por que Deus não guiou todas as pessoas pelo caminho do Paraíso? Por que colocou, nelas, o desejo, e em seguida as castiga, pela fornicação? Instaurou, nelas, a cobiça pelo dinheiro e em seguida lhes pede contas, se o juntam por meios ilícitos?

A contestação seria como aquela que é feita aos alunos de colégio, quando dizem: Por que não nos dão as perguntas do exame, no princípio do curso? Por que as ocultam e nos fazem preparar para elas? Ocultamnas, para que se esforcem e estudem o programa completo, pois se as facilitassem antes, já não haveria sentido para elas. Este mundo é um lugar para teste e julgamento entre o obediente e o desobediente, entre o orientado e o desviado.

Assim, se não fosse pelos obstáculos, nas corridas hípicas, não se distinguiria o jinete débil e indeciso do exímio. Se Deus quisesse, teria convertido as pessoas em uma só nação e as teria criado para a obediência absoluta, como criou os anjos. Porém, não quis assim e ninguém pode rechaçar os desejos de Deus. Ele não é questionado pelo que faz. Os nossos assuntos estão em Suas mãos e nós fazemos parte dos Seus bens. Retornaremos a Ele, e não temos outro Senhor, nem outro Deus, além d'Ele, que, se quiser, nos castigará e, se Lhe aprouver, nos perdoará. Clamamos pelo Seu perdão e pela Sua misericórdia e nos refugiamos n'Ele do Seu tormento, já que não podemos evitá-lo, a não ser através do Seu perdão.
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