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A crença nos Livros
O Alcorão

O Alcorão é o Livro Divino – o milagre revelado de Mohammad. Aqueles que atribuíram a Mohammad a escritura do Alcorão, negaram que fosse um profeta e lhe outorgaram a posição de Deus. Porém, nós atestamos que: "Não há divindade, além de Deus e que ele é o servo de Deus e o Seu Mensageiro. Uma vez que nenhum ser humano poderia produzir o Alcorão, e que ele só poderia proceder de Deus, quem disse que Mohammad o escreveu, deu-lhe o atributo divino. Senão, mostrem-me um homem que, sendo iletrado, como Mohammad, que nunca em sua vida entrou numa escola, pois nem sequer havia uma, em sua cidade, sem ser de uma grande cidade da civilização, mas de uma aldeia, escondida nas montanhas negras, por detrás das areias do deserto, da qual, nem Roma, nem Constantinopla, nem a Ctesifonte de Cosroes conheciam a existência, na qual ninguém conhecia a filosofia grega e romana, nem tinha ouvido falar da literatura hindu ou persa. Uma aldeia que não tinha um só cientista, investigador ou intelectual, nem a cultura, que podiam ter os pequenos pensadores, naquela época; da qual só saiu, para ir a outra igual ou um pouco maior, à aldeia de Bosra (na Síria), na terra de Houran, não permanecendo nela mais do que alguns dias.

Então, seria possível que um homem, como este, fizesse algo semelhante ao Alcorão? Aí têm, em vossas mãos, a história dos grandes gênios superdotados e a de todas as nações, em todas as épocas. Acaso, encontrarão nela algum acontecimento, semelhante a este? Mozart compôs uma sinfonia, antes de completar os dez anos de idade. O famoso poeta árabe, Bach-char Ibn Burd, escrevia poesias com esta mesma idade. Jane Eyre e a sua irmã, autora de "O Auge das Borrascas", por suas genialidades surpreendentes, alcançaram fama, repentinamente. Também Shakespeare nos deixou obras-primas, apesar de não ter sido considerado uma eminente figura literária, durante a sua vida.

Tudo isto é possível. É possível que um jovem aventureiro escreva um livro, que se manifeste como uma obra genial ou como uma teoria científica nova, por ser um gênio, pois a genialidade não é patrimônio exclusivo dos intelectuais ou licenciados das universidades. É possível que a genialidade apareça, onde não se espera. Porém, quem conhece a história dos gênios da ciência, das letras e das artes, sabe que estes se adiantaram às suas épocas, por exemplo, em um século. Ou seja, tinham cinqüenta ou cem por cento mais conhecimento do que os seus contemporâneos. Porém, a sua antecipação tem um limite e, portanto, é razoável. Não se encontra, em toda a história da humanidade outro homem que, vivendo em circunstâncias similares àquelas em que Mohammad viveu, e tenha produzido uma obra-prima que, em uma expressão literária, é a mais brilhante das formas de beleza; no campo da jurisprudência, um código, que é o ápice da perfeição; quanto à divindade e aos anúncios do incognoscível, encerra o que nenhum humano conhece, nem a sua razão pode captar, em sua essência; ele cita leis da natureza, que ninguém conhecia, em seu tempo, e que nem foram conhecidas durante o século seguinte, nem mesmo durante os dez séculos posteriores. Nele, há indícios de leis, que só foram descobertas depois de mil e trezentos anos, e de outras, que não foram descobertas ainda. Com este Livro, Deus lhe ordenou desafiar todas as pessoas, e ele desafiou os gênios e os humanos:



"Apresentai dez suratas forjadas, semelhante às dele." (11ª Surata, versículo 13)



"Componde uma só surata, semelhante às dele." (2ª Surata, vers. 23)

Foram incapazes de fazê-lo. A inimitabilidade do Alcorão está agora estabelecida, sem sombra de dúvida. É incorreto dizer que ele é notável em algumas suratas e não o é em outras. Podemos compará-lo a uma mulher bonita, cuja beleza não é atribuída a ou depende de qualquer aspecto particular do seu físico; nem dos olhos ou de qualquer outro órgão ou dimensão específica do seu corpo. É a composição de todo o conjunto que a torna bela. Assim, cada um que lê o Alcorão, vê o milagre e a sublimidade de estilo, sob todos os ângulos examinados. Conhecem a história do chefe do departamento de identificação que se converteu ao Islam, quando escutou a palavra de Deus, Altíssimo:



"Sim, porque somos capaz de restaurar as cartilagens dos seus dedos." (75ª Surata, versículos 4)

Ele pensou: Por que Deus especificou as cartilagens dos dedos? Estas
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