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As Maneiras
refúgio em Ti dos seus malefícios.’” [Sahih, transmitido por Ahmad.]
5. “Se algo estivesse preocupando o Profeta (S), dizia: ‘Allah é meu Senhor! Allah é meu Senhor! Ele não tem parceiro.’” [Sahih, transmitido por Al Nassá’i.]
6. “Se um certo assunto perturbasse o Profeta (S), dizia: ‘Ó Allah, o Vivente, o Eterno, busco ajuda por meio da Tua misericórdia.’” [Hasan, transmitido por Al Tirmizi.]
7. “O Profeta (S) costumava buscar refúgio contra o Satanás e quanto ao mau-olhado da humanidade, até que duas suratas quanto a buscar refúgio foram reveladas. Após aquilo, ele passou a recitá-las, e abandonou todas as outras invocações.” [Sahih, transmitido por Al Tirmizi.]
8. “O Profeta (S) costumava buscar refúgio quanto a severas provações, infortúnios, má sorte, e humilhações da parte dos inimigos.” [Al Bukhari e Muslim.]
9. “O Profeta (S) costumava recitar a surata ‘Caf’2 durante os sermões das sextas-feiras.” [Abu Dawud com uma corrente verdadeira.]
10. “Quando o Profeta (S) partia numa ghazwah3, dizia: ‘Ó Deus, Tu és o meu Apoiador, e és o meu Ajutório; dependo de Ti quando luto por Ti e porfio pela Tua causa!’” [Sahih, transmitido por Ahmad.]
11. O Profeta (S) não terminava uma reunião sem dizer: “Ó Allah, toda a glória e todo o louvor são para Ti. Não há ninguém digno de louvor a não seres Tu. Busco o Teu perdão, e me arrependo perante Ti.” Também dizia: “Ninguém diz isto, ao deixar uma reunião, sem que tenha todos os seus pecados perdoados, nessa reunião.” [Sahih, transmitido por Al Hakim.]
12. “O Profeta (S) costumava desncorajar-nos quanto à extravagância. Às vezes ordenava-nos que andássemos descalços.” [Transmitido por Abu Dawud e verificado por Al Albani na obra Al Mishkat.]
A súplica que o Profeta mais usava era esta: “Ó Allah, lança sobre nós o melhor deste mundo e o melhor do outro e salva-nos do castigo do Fogo do Inferno.” [Muslim.]
3. Esse termo se refere a uma campanha militar da qual o Profeta (S) participou.




A Poesia Recitada pelo Profeta (S)

1.Allah (SWT) diz: “... e não instruímos (o Mensageiro) na poesia, porque não é própria dele” (Alc. 36:69).
2. Charih relatou: “Perguntei para a Aicha: ‘O Mensageiro de Allah recitava qualquer espécie de poesia?’ Ela respondeu: ‘Ele costumava recitar a poesia de Abdullah Ibn Rawaha, e certamente dizia algo assim:

E isso trará notícias para vós
De quem nem esperávamos nós.’”

Esse verso foi tirado da obra Muallaca1, de Tarfa. [Al Tirmizi, como hasan, sahih.]
3. Abu Huraira relatou que o Mensageiro de Allah disse: “A mais verdadeira palavra dita por um poeta (no período pré-islâmico) foi o que disse Labid:

Tudo, deveras,
À parte de Allah,
São quimeras.

E Umaiya Ibn Abu Al Salt quase se tornou muçulmano2.” [Muslim.]
4. Jundub Ibn Sufyan al Bajli relatou: “Uma pedra atingiu o dedão do pé do Profeta (S), que ficou ensangüentado; então ele disse:
‘És tu isto, um dedão coberto de sangue?
O que te aconteceu,
Aconteceu pela causa de Deus!’”3
[Al Bukhari e Muslim.]

5. Al Bará Ibn Azid narrou: “Um homem me perguntou: ‘Tu fugiste do Profeta, na batalha4, ó Abu Ummara?’ Respondi: ‘Não, por Deus! O Profeta (S) não fugiu, mas aqueles mais afoitos, dentre as pessoas, foram embora; e a tribo de Hawazin cobriu-os com uma chuva de flexas; equanto o Mensageiro de Deus estava sobre sua mula, tendo Abu Sufyan Ibn al Háriss a segurar-lhe as rédeas, ele recitou:

‘Eu sou o Profeta,
Não há falsidade quanto a isso.
Eu sou o descendente
De Abdul Muttalib.’”
[Al Bukhari e Muslim.]

6. Al Bara relatou: “O Mensageiro de Deus estava retirando areia duma vala, na batalha da Trincheira5; sua barriga estava coberta de poeira, e ele dizia:

‘Juro por Deus que se não fosse por Ele,
Não teríamos sido guiados.
Não teríamos feito caridade,
Nem tampouco teríamos orado.
Assim sendo (ó Deus), conforta-nos;
Torna firme nossos passos, se encontrarmos nossos inimigos.
E eis que os infiéis transgridem contra nós,
Quando tentam provocar-nos, mas (suas provacações) nós
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