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Por que as mulheres estão se voltando para o Islã
Descrição: Em uma época em que o Islã enfrenta cobertura hostil da mídia, particularmente quando se trata do status das mulheres na religião, pode ser muito surpreendente saber que o Islã é a religião que mais cresce no mundo, e ainda mais irônico descobrir que a maioria dos convertidos são mulheres.
Por Reading Islam
Publicado em 23 Dec 2013 - Última modificação em 23 Dec 2013
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Categoria: Artigos > Histórias de Novos Muçulmanos > Mulheres

O status das mulheres em sociedade não é um assunto novo ou algo totalmente definido e, quando o Islã é mencionado, o termo “mulheres muçulmanas” incita para muitos imagens de mães exaustas acorrentadas ao fogão, “vítimas” silenciadas em uma vida de doutrinação, loucas para ser ocidentalizadas e assim por diante.  Outros falarão longamente para explicar como o hijab (véu islâmico) é um obstáculo, embotando a mente, e comentam que as convertidas sofreram lavagem cerebral, são estúpidas ou traidoras de seu sexo.  Rejeito essas acusações e apresento a elas a seguinte pergunta: por que tantas mulheres que nasceram e cresceram nas chamadas sociedades “civilizadas” da Europa e América estão dispostas a rejeitar sua “liberdade” e “independência” para abraçar uma religião que supostamente as oprime e amplamente considerada prejudicial a elas?

Como uma cristã convertida ao Islã, só posso apresentar minha experiência pessoal e as razões para rejeitar a “liberdade” que as mulheres alegam ter nessa sociedade em favor da única religião que verdadeiramente libera as mulheres, dando-nos um status e posição que é completamente único quando comparado com o de contrapartes não muçulmanas.

Antes de vir para o Islã, tinha fortes tendências feministas e reconhecia que no que se referia às mulheres, havia muita agitação em andamento, sem ser capaz de colocá-las no mapa social.  O problema era contínuo: novas “questões femininas” sendo levantadas sem que as anteriores fossem satisfatoriamente resolvidas.  Como muitas mulheres que compartilhavam meu histórico acusavam o Islã de ser uma religião sexista, discriminatória, opressora e que dava aos homens os maiores privilégios.  Tudo isso vindo de uma pessoa que nem conhecia o Islã, que tinha sido cegada pela ignorância e aceitado essa definição deliberadamente distorcida do Islã.

Entretanto, apesar de minhas críticas ao Islã, interiormente não estava satisfeita com minha própria condição como mulher nessa sociedade.  Parecia que a sociedade definia termos como “liberdade” e então essas definições eram aceitas pelas mulheres sem que tentássemos questioná-las ou desafiá-las.  Havia claramente uma grande contradição entre o que era dito às mulheres e o que de fato acontecia na prática.

Quando mais ponderava, maior o vazio que sentia dentro de mim.  Lentamente comecei a atingir um estágio em que minha insatisfação com minha condição como mulher nessa sociedade era realmente um reflexo de minha insatisfação maior com a sociedade em si.  Tudo parecia estar se degenerando, apesar das alegações de que os anos 1990 estavam sendo a década do sucesso e prosperidade.  Algo vital parecia estar faltando na minha vida e nada preenchia esse vácuo.  Ser cristã não fazia nada por mim e comecei a questionar a validade de só me lembrar de Deus uma vez por semana - domingos! Como muitos outros cristãos, fiquei desiludida com a hipocrisia da Igreja e estava cada vez mais infeliz com o conceito da Trindade e da divinização de Jesus.  Por fim, comecei a analisar o Islã.  A princípio só estava interessada em analisar as questões que lidavam especificamente com as mulheres.  Estava surpresa.  O que li e aprendi me ensinou muito sobre mim mesma como mulher e também sobre onde reside a real opressão às mulheres: em todo sistema e modo de vida fora do Islã.  As muçulmanas tiveram seus direitos em todos os aspectos da religião com definições claras de seu papel na sociedade - como os homens tiveram - sem nenhuma injustiça contra nenhum lado.  Como Allah diz:

“E quem faz boas obras, seja homem ou mulher, e tem fé, esses entrarão no Paraíso, e não sofrerão injustiça, a mínima que seja.” (Alcorão 4:124)

Então, tendo corrigido minhas concepções errôneas sobre o verdadeiro status das mulheres no Islã, estava agora olhando adiante.  Queria encontrar aquela coisa que preencheria o vácuo em minha vida.  Minha atenção estava voltada para as crenças e práticas do Islã.  Era somente por meio do estabelecimento dos fundamentos que compreenderia para onde me voltar e o que priorizar.  Essas são as áreas que geralmente recebem pouca atenção ou causam pouca controvérsia na sociedade e, ao estudar o credo islâmico, fica claro por que é esse o caso: detalhes concisos, sem falhas e totalmente abrangentes não podem ser encontrados em outro lugar.

leia o artigo original em: http://www.islamreligion.com/pt/articles/1704/

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