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O Admirável Alcorão (parte 9 de 9)
Descrição: Uma série de artigos que compelem o leitor a meditar sobre as maravilhas do Alcorão.  Parte 9: Mais alguns exemplos que mostram a veracidade do Alcorão.
Por Dr. Gary Miller (editado porwww.islamhouse.com))
Publicado em 07 Mar 2016 - Última modificação em 07 Mar 2016
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Fusos horários

Uma vez que há quatorze séculos as pessoas provavelmente não entendiam muito sobre fusos horários, as afirmações do Alcorão sobre o assunto são consideravelmente surpreendentes.  O conceito de que uma família está tomando café da manhã quando o sol nasce e outra está desfrutando o ar fresco da noite é verdadeiramente algo com o que se maravilhar, mesmo em tempos modernos.  Na verdade, há quatorze séculos um homem não podia viajar mais que trinta milhas em um dia e, assim, ele levava literalmente meses para viajar da Índia para o Marrocos, por exemplo.  E, provavelmente, quando estava jantando no Marrocos pensava consigo mesmo: "Na Índia estão jantando nesse momento." Isso porque ele não percebia que, no processo da viagem, tinha se movido pelos fusos horários.  Ainda assim, como são as palavras de Allah (Deus), o Onisciente, o Alcorão reconhece esse fenômeno.

Em um versículo interessante ele afirma que quando a história terminar e o Dia do Juízo chegar, isso ocorrerá em um instante e que esse mesmo instante pegará algumas pessoas durante o dia e outras à noite.  Isso ilustra claramente a sabedoria divina de Allah e Seu conhecimento prévio da existência de fusos horários, mesmo que tal descoberta não existisse há quatorze séculos.  Certamente esse fenômeno não é algo óbvio para os olhos ou como resultado da experiência de alguém e esse fato, por si só, é prova suficiente da autenticidade do Alcorão.

Conclusão

Retornando uma última vez ao assunto das boas suposições para o propósito do exemplo presente, as probabilidades de alguém supor corretamente sobre todos os três assuntos - o sexo das abelhas, o movimento do sol e a existência de fusos horários - são de uma em oito!

Certamente, seria possível prosseguir com esse exemplo, preparando listas cada vez mais longas de boas suposições e, claro, as probabilidades ficariam cada vez mais altas com cada aumento nos assuntos sobre os quais se poderia fazer suposições.  Mas o que ninguém pode negar é o seguinte: as probabilidades que Muhammad, que a misericórdia e bênçãos de Deus estejam sobre ele, um homem iletrado, fez suposições acertadas sobre milhares e milhares de assuntos, sem cometer um único erro, são tão altas que qualquer teoria de sua autoria do Alcorão deve ser completamente ignorada - até mesmo pelos inimigos mais hostis do Islã!

De fato, o Alcorão espera esse tipo de desafio.  Sem dúvida, se alguém dissesse para uma pessoa entrando em terra estrangeira "Conheço seu pai.  Eu o encontrei", provavelmente o homem daquela terra duvidaria da palavra do recém-chegado dizendo "Você acabou de chegar aqui.  Como pode conhecer meu pai?" Como resultado, o questionaria: "Diga-me, meu pai é alto, baixo, de pele escura, clara? Como ele é?" Claro, o visitante continuou respondendo todas as perguntas corretamente e o cético não teve escolha a não ser dizer: "Acho que você realmente conhece meu pai.  Não sei como você o conhece, mas acho que o conhece!"

A situação é a mesma com o Alcorão.  Afirma que se origina Daquele que criou tudo.  Então todos têm o direito de dizer: "Convença-me! Se o autor desse livro realmente originou a vida e tudo nos céus e na terra, então Ele deve saber sobre isso, sobre aquilo, e assim por diante." E, inevitavelmente, depois de pesquisar o Alcorão, todos descobrirão as mesmas verdades.  Além disso, todos sabemos algo com certeza: não precisamos todos ser especialistas para verificar o que o Alcorão afirma.  A fé (Iman) cresce à medida que se continua a verificar e confirmar as verdades contidas no Alcorão.  E supõe-se que se deva fazer isso por toda a vida.

Que Deus (Allah) guie a todos para próximo da verdade.

Adendo 1

Um engenheiro na universidade de Toronto que era interessado em psicologia e tinha lido algo a respeito, conduziu pesquisa e escreveu uma tese sobre Eficiência de Discussões em Grupo.  O propósito da pesquisa dele era descobrir o quanto as pessoas realizavam quando se reuniam para conversar em grupos de dois, três, dez, etc.  O gráfico das descobertas dele sobe e desce, mas alcança o ponto mais alto na variável de dois.  As descobertas: pessoas realizam mais quando conversam em grupos de dois.  Claro, essa descoberta foi muito além das expectativas dele, mas é um conselho muito antigo dado no Alcorão (Surata Saba 34:46):

"Dize-lhes: Exorto-vos a uma só coisa: que vos consagreis a Deus, em pares ou individualmente; e refleti."

Adendo 2: ‘Iram

O capítulo 89 do Alcorão (Surata al-Fajr 89:7) menciona certa cidade pelo nome de ‘Iram (uma cidade de pilares), que não era conhecida na história antiga e que não existia, segundo historiadores.  Entretanto, na edição de dezembro de 1978 a National Geographic introduziu informação interessante que mencionava que em 1973 a cidade de Elba foi escavada na Síria.  Descobriu-se que a cidade tinha 43 séculos, mas essa não é a parte mais surpreendente.  Os pesquisadores descobriram na biblioteca de Elba um registro de todas as cidades com as quais Elba tinha feito negócios.  Acredite ou não, havia na lista o nome da cidade de ‘Iram.  O povo de Elba tinha feito negócios com o povo de ‘Iram!

Em conclusão, peço a você que considere com cuidado o seguinte (Surata 29:50-51):

"E dizem: Por que não lhe foram revelados uns sinais do seu Senhor? Responde-lhes: Os sinais só estão com Deus, quanto a mim, sou somente um elucidativo admoestador. Não lhes basta, acaso, que te tenhamos revelado o Livro, que lhes é recitado? Em verdade, nisto há mercês e mensagem para os crentes."

http://www.islamreligion.com/pt/articles/5285/o-admiravel-alcorao-parte-9-de-9/

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