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Hajj – A Jornada de Uma Vida (parte 1 de 2): O Dia de Arafah e sua Preparação
Descrição: Um quinto da humanidade compartilha uma mesma aspiração: completar, pelo menos uma vez na vida, a jornada espiritual chamada de Hajj.  Parte Um: Introdução ao Hajj e alguns dos rituais que levam ao dia do Hajj.
Por Nimah Ismail Nawwab (editado por M. Abdulsalam)
Publicado em 04 Jan 2009 - Última modificação em 23 Oct 2011

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Categoria: Artigos > Adoração e Prática > Os Cinco Pilares do Islã e Outros Atos de Adoração

O hajj, ou peregrinação à Meca, um dever central do Islã cujas origens remontam ao Profeta Abraão, reúne os muçulmanos de todas as raças e línguas para uma das experiências espirituais mais comoventes da vida.

Por 14 séculos, incontáveis milhões de muçulmanos, homens e mulheres dos quatro cantos da terra, têm feito a peregrinação à Meca, o local de nascimento do Islã.  Ao executar essa obrigação, eles cumprem um dos cinco “pilares” do Islã, ou deveres religiosos centrais do crente.

Os muçulmanos seguem as origens registradas da peregrinação divinamente prescrita ao Profeta Abraão.  De acordo com o Alcorão, foi Abraão quem, junto com Ismael, construiu a Caaba, “a Casa de Deus”, a direção para a qual os muçulmanos se voltam em adoração cinco vezes ao dia.  Foi Abraão também quem estabeleceu os rituais do hajj, que relembram eventos ou práticas em sua vida e na de Hagar e seu filho Ismael.

No capítulo intitulado “A Peregrinação”, o Alcorão fala da ordem divina para realizar o hajj e profetiza a permanência dessa instituição:

“E quando indicamos a Abraão o lugar da Casa, dizendo ‘Nada associes a Mim, e purifica Minha Casa para os que a circundam e para os que nela se põem de pé, curvam e se prostram em adoração.   E proclama a Peregrinação entre a humanidade: Eles virão a pé ou montados em camelo emagrecido pela longa viagem, vindos de desfiladeiros distantes.’” (Alcorão 22:26-27)

Na época que o Profeta Muhammad, que Deus o exalte, recebeu o chamado divino, entretanto, práticas pagãs tinham contaminado algumas das observâncias originais do hajj.  O Profeta, como ordenado por Deus, continuou o hajj abrâmico após restaurar seus rituais à pureza original.

Além disso, o próprio Muhammad instruiu os crentes nos rituais do hajj.  Ele fez isso de duas formas: através de sua própria prática, ou através da aprovação de práticas de seus Companheiros.  Isso acrescentou alguma complexidade aos rituais, mas também forneceu uma flexibilidade maior na sua execução, em benefício dos peregrinos desde então.  É lícito, por exemplo, haver alguma variação na ordem na qual vários rituais são realizados, porque está registrado que o próprio Profeta aprovou essas ações.   Assim, os rituais do hajj são elaborados, numerosos e variados; os aspectos de alguns deles são destacados abaixo.

O hajj à Meca é uma obrigação uma vez na vida para cada homem e mulher adultos cuja saúde e meios financeiros o permitam, ou, nas palavras do Alcorão, para “aqueles que possam chegar até lá.”  Não é uma obrigação para crianças, embora algumas crianças acompanhem seus pais nessa jornada.

Antes de partir, um peregrino deve repensar todos os seus erros, pagar todas as dívidas, planejar ter fundos suficientes para sua própria jornada e para a manutenção de sua família enquanto ele estiver longe, e se preparar para uma boa conduta durante o hajj.

Quando os peregrinos empreendem a jornada do hajj, eles seguem os passos de milhões antes deles.  Hoje em dia centenas de milhares de crentes de mais de 70 nações chegam a Meca por terra, mar e ar todo ano, completando uma jornada que agora é muito mais curta e em alguns casos menos árdua do que costumava ser no passado.

Até o século 19, viajar a longa distância até Meca geralmente significava ser parte de uma caravana.  Existiam três caravanas principais: a egípcia, formada no Cairo; a iraquiana, formada em Bagdá; e a síria, que, após 1453, começava em Istambul, reunia peregrinos ao longo do caminho e procedia para Meca de Damasco.

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